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Capitão Bacalhau II SETH & ANN (2º capítulo) Aquela era a Idade Média, e o poder da Igreja amedrontava mais do que trazia paz de espírito, e as constantes guerras por poder e territórios afastava parentes, amigos e amores… E o destino não foi diferente para Ann e Seth. Durante um dos muitos encontros na floresta, os dois foram abordados por cavaleiros a serviço da realeza e advertidos de que todo o reino estava sob vigilância para que não cometessem atos contra o senhor feudal nem contra a Igreja. Seth, de temperamento mais tranquilo, não se importou muito com o aviso, pois pensava que aquela fase passaria, e que o melhor a fazer era não reagir; continuar a viver trabalhando no campo, usufruindo do que a Natureza oferecia, agradecendo a Deus cada dia sobrevivido, seja na fartura ou na dificuldade. Porém, Ann não pensava assim e a cada demonstração de abuso de poder como a que presenciaram, revoltava-se; pensava que o povo seria mais forte do que realeza e clero, se tomassem consciência de sua força e se unissem em nome de um objetivo comum: a liberdade. Até quando teria que esconder suas atividades e pensamentos? Queria voz e respeito. Diante de tais divergências de opinião, o amor que havia entre ambos seria capaz de resistir? Escrito por Simone às 14h08 [ ] [ envie esta mensagem ]
Estou com vontade de escrever um conto, apesar de saber que esse não é meu forte (o conto, não escrever). Pode ser que fique meio "mela-cueca", meio "mexicano" talvez, mas tentarei. Lá vai! SETH & ANN (1º capítulo)
Num reino distante, onde há cavalos alados, fadas que habitam florestas encantadas e bruxos rondando os que ousam buscar seus sonhos, vivia Seth. Camponês de hábitos simples, passeava pelos campos de trigo, trabalhava na lavoura, guiava ovelhas para o pasto, divagava entre sonhos e poesia, imaginando o que o destino lhe reservava. Não muito distante dali, vivia Ann; uma aprendiz de feiticeira que praticava pequenos feitiços aprendidos com sua avó que já havia partido para o outro lado. Contando com a sua intuição e com a inspiração de sua avó e das fadas, elfos e de toda a força da Natureza, manipulava ervas, pedras, plantas, buscando essências, aromas purificadores, remédios para as dores do corpo e da alma. Numa dessas andanças pela floresta em busca de novos ingredientes para seus experimentos, Ann avista ao longe uma figura masculina que se destacava por entre as folhas dos arbustos; era um misto de masculinidade e pureza de alma, algo que a atraía de forma inevitável. A atração era mútua, pois como se ouvisse um chamado, Seth viu Ann e encantou-se instantâneamente. Enquanto os dois caminhavam um ao encontro do outro, só se ouvia o canto dos pássaros, o rio que corria entre as pedras e uma leve brisa que acariciava as folhas das árvores. Nenhuma palavra foi dita, não era preciso, e demorados olhares, carinhos pelo rosto com os olhos fechados e um beijo apenas, selaram um amor que seria para sempre. Mas que surpresas o destino reservava para os amantes? Escrito por Simone às 17h09 [ ] [ envie esta mensagem ] |
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